Blog do Hildenburg

Tuesday, April 22, 2008

A JUSTIÇA – PRIMEIRA PARTE


Fazia-se tempo que não escrevia para o site da família cidadã de Luzilândia o www.luzilandia.com e também em meu blog. Começaremos mostrando a JUSTIÇA como filosofia até chegarmos ao fato mais curioso no processo de obtenção do Direito da Justiça.

Irá ser lento, vai depender de certos acontecimentos, de investigações de campo, de arquivos, de xérox, de imagens, de cópias das cópias e tudo isso “dentro da legalidade e do processo legal e investigativo”. Vamos observar o andar da carroagem de certo “processo legal”. Vamos observar o ponto de rompimento da corda. Observemos primeiramente de onde veio a figura da Justiça na Mitologia e para relaxar um poema de Victor Hugo.

“Era a titânica deusa da Justiça, da lei e da ordem e protetora dos oprimidos e tinha muitos nomes apesar de apenas uma forma. Costumava sentar-se ao lado do trono de Zeus para aconselhá-lo. Era filha de Urano e Gaia, e, portanto, uma titã. Considerada a personificação da Ordem e do Direito divinos, ratificados pelo Costume e pela Lei, era freqüentemente invocada por pessoas que faziam juramentos. Era considerada a deusa da Justiça e era representada como uma divindade de olhar austero, tendo os olhos vendados e segurando uma balança e uma cornucópia. Os romanos a chamavam Justitia e foi a segunda esposa de Zeus, após este desposar Métis e antes de se casar com Hera. Com Zeus, ela deu à luz as Horas e as Moiras. Era também uma deusa de profecias, e após Gaia, ocupou o trono do Oráculo de Delfos até que Apolo matou a serpente Píton e tomou posse do assento. No Monte Olimpo possuía duas funções principais: convocava e dissolvia a Agora e presidia os banquetes. As Moiras ou Fatalidades eram três: Cloto, Láquesis e Átropos. Elas fiavam o fio do destino humano e cuidavam para que um destino fosse designado para cada um e que ninguém escapasse dele. Eram consideradas deusas da vida e da morte e se chamavam: Cloto, a que fiava; Láquesis, a que determinava o comprimento do fio; e Átropos, a que o cortava em determinado momento. As Horas também, como as irmãs Moiras, formavam uma trindade: Eunômia, Irene e Dique e representavam a Disciplina, a Paz e a Justiça na mitologia grega. Responsáveis pelo fluxo do tempo e das estações, entre os atenienses assumiam novos nomes, Talo, Auxo e Carpo, e qualidades, fazendo respectivamente brotar, crescer e frutificar, e eram representadas como jovens graciosas carregando flores ou uma planta. Em ambos os grupos cumpriam tanto o papel de preservadoras do ciclo da vida quanto do equilíbrio da sociedade.” www.dec.ufcg.edu.br.

DESEJO Do poeta Victor Hugo

“Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E
que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar. E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar".

Saturday, November 10, 2007

• Artigo de domingo: Polícia para quem precisa de polícia.

É sempre com grande satisfação que escrevo ao maior portal de comunicação da terra de Santa Luzia, da terra de Gerson Carneiro, de Luzia Cortada, da terra dos Teles de Meneses (conhecidos pelas teimas ao aplicar sempre o correto) que é o portal Luzilândia.com.
Hoje comentaremos sobre a liberdade de expressão e de imprensa. Garantia constitucional que de tela, vislumbra no seu Título II, Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo I, Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos. Observemos bem o que diz o Art. 5º de nossa Constituição e seu inciso IV:Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
As instituições públicas, aquelas que estão sendo regidas por serviçais públicos, concursados ou não, amparados por Lei que lhe são próprias, são alvo sempre de comentários dos seus chefes que é o povo, que sou eu, que é você. Falo em nossa terra querida – principalmente – das instituições oficiais de que tratam a segurança pública.
Vejam só luzilandenses, nossa delegacia de polícia não dispõe de uma só viatura apropriada que venha a servir à comunidade de maneira precisa– pelo menos nas duas semanas que passei em Luzilândia, quando acompanhava um ilustre advogado que o faço de espelho. Vi que quem supostamente responde como delegado de polícia não é um Bacharel em Direito, da polícia Civil, e sim supostamente um Membro da honrosa polícia Militar – ele deve lá conhecer pelo menos o básico para está ali (penso) -, pois chama a si uma enorme responsabilidade que passaremos a cobrar – e em muito -, devido principalmente ao grande número de reclamações que nos chega. Vi que os policiais que servem a população andam em motos sem um tipo de equipamento de segurança – até o básico que é capacete não usam, são herois. Vejo sempre passar em Parnaíba-PI, policiais em pelotão motorizado com equipamentos que serve para dar a nós brasileiros a tranqüilidade e a paz desejadas em nossa terra. Na nossa terra até os heróis policiais, heróis mesmos, de verdade, sofrem em querer fazer a urbanidade.
Não conheço na delegacia de polícia um só investigador da polícia civil, um só perito criminal, um policial carcereiro, um básico que se exige ao se averiguar um crime. Somente policiais heróis, esses que fazem a proteção na rua, que vão ao ferro para manter a paz. E ser delegado de polícia não é uma brincadeira não, exige treinamento específico em academia apropriada, formação intelectual para o exercício do cargo. Ter freqüentado um banco de universidade em Direito. Não vejo isso em Luzilândia-PI – pode até ser que tenha viaturas modernas, com sistema de comunicação, patrulhamento motorizado como os de Parnaíba-PI, delegado da Polícia Civil concursado e Bel. em Direito, um policiamento técnico, um aparato instrumental para investigação da policia civil à certos crimes, mas não os vi em Luzilândia-PI.
E aqui venho descrever o nosso total abandono pelo poder público estatal que deveria fazer o papel constitucional de garantir a nossa segurança. É para isso que também pagamos impostos, taxas e tudo mais aos governos. O que temos é uma inércia total da coisa pública estatal na segurança pública de nossa cidade, salvo os policiais que fazem a patrulha e a frente de fogo. O delegado de nossa terra é o representante da Secretaria de Segurança para o povo que quer providencias. Para o cargo exige-se portaria/nomeação pública. Vejamos o que diz a nossa Constituição Estadual, Capítulo II, Da Polícia Civil, Art. 159 e Art. 160.
Art. 159 – A Polícia Civil, dirigida por delegado de polícia de carreira, é instituição permanente e auxiliar da função jurisdicional do Estado, com atribuições, entre outras fixadas em lei, de exercer as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.
Olha só ai um suposto conflito dentro da delegacia de polícia, supostamente rasgando a nossa Constituição Estadual no seu Capítulo III, Da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, Art. 161.
Art. 161 – À Polícia Militar cabe o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública; ao Corpo de Bombeiros Militar, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.
Como se dá o nome disso mesmo ? Conflito de competência é ? O Promotor de Justiça resolve o caso ? Ou é preciso levar ao conhecimento da mídia estadual ou nacional ? Ao Procurador do Estado ? Pronto, para a OAB-PI vir aqui e observar como está a nossa segurança pública, os famosos Direitos Humanos. Quem sabe mais além até ao Conselho Nacional de Justiça. Pois o caso é grave, grave mesmo. Agora luzilandenses, observe como supostamente se rasga a nossa Constituição Brasileira, na segurança pública do Estado-PI no Título V, Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas, Capítulo III, Da Segurança Pública, Art. 144, § 4º e § 5º.
Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos:I - polícia federal;II - polícia rodoviária federal;III - polícia ferroviária federal;IV - polícias civis;V - polícias militares e corpos de bombeiros militares.§ 4º - às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.§ 5º - às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.
E agora Sr. Delegado de Polícia, quem estaria então na ilegalidade, em posição onde se vislumbra a nulidade ? E agora luzilandenses, quem supostamente comete atos ilegais, ilícitos, senão criminosos? Entra o procurador Geral da União é ? A coisa ta séria Sr. Delegado de Polícia, muito séria mesmo. Observer pois, tudo isso e reflita conosco - Eu a população.
Que pena que em nossa cidade tão linda, tão amada, adorada, Salve, Salve Luzilândia de todos os Santos, Crenças e Pensamentos até o delegado de polícia precisa da polícia. Imagine os patrões deste ! Sinceramente acho que o melhor local de se discutir segurança pública em nossa cidade era com o Promotor de Justiça, um representante da OAB, o nosso Grande Juiz de Direito (valor em nossa terra, homem probo), corregedoria da polícia militar e civil, todos os portais de comunicação, a imprensa e muito barulho aos cantos de nosso Estado para mostrar como anda a segurança pública de Luzilândia-PI, começando da delegacia de polícia – para que seja exemplo de urbanidade e lei, ao Procurador Geral do nosso Estado, ao Tribunal de Justiça. Felizmente, se eu por ventura for chamado por causa de minha sagrada liberdade de pensamento e o portal de Imprensa, irei, ao Juiz de nossa terra, juntamente com o Promotor de Justiça e um representante da OAB-PI e um representante da Corregedoria de polícia Militar e Civil, do Sindicato dos Jornalistas, à Federação Nacional dos Jornalistas. É barulho Sr. Delegado, e digo mais “quem não tiver satisfeito que tenha a dignidade de sair e nunca mais voltar”.

Hildenburg Meneses Chaves
Graduando em Direito em Parnaíba-PI

Wednesday, May 09, 2007

“OS PRÍNCIPES”

Aos mais Nobres Luzilandenses, pessoas que procuram paz e cultura, no maior e mais sério portal mundial de comunicação o Luzilandia.com, porta aberta para a prática da democracia, da verdade, da cultura, com rosto e coragem.

Nós faremos comentários analisando os menores da situação política de nossa terra, onde de um lado existe um EIXO-DO-MAL com seus tentáculos enormes tentando de todas as formas voltarem ao poder, do outro lado o Poder – objeto do Povo - representado por aqueles que eles mesmos souberam elevar.

A nossa análise, será longa nos seus capítulos, faremos comparações onde aqueles que souberem realmente fazer uma análise puramente política, verá que o melhor de tudo é esperar o futuro que a Deus pertence e que nada acontece por acaso.

Usaremos o que se tem de mais nobre na Teoria Política, o maior dos construtores, o mais hábil e invejado dos mentores da política do Estado e da política de ascensão política partidária. Estamos falando da mais célebre obra de todos os séculos, o livro de cabeceira de todos os pretendentes do poder do Estado e político, falamos da grande obra de Niccolò Machiavelli – 1469 – 1527, O Príncipe.

Em outro dia, numa visita cordial a uma grande líder de nossa cidade, vi em sua mesa, um exemplar dessa mais completa obra mundial, comentada por grandes líderes, um curso sobre O Príncipe, de Maquiavel, feita as interpretações dos mais renomados intelectuais das maiores academias universitárias de nossa Nação Brasileira. Uma parte era feita por grandes letrados brasileiros a outra por grandes líderes mundiais.

Minha curiosidade foi tanta que pedi pra olhar a parte que a sábia autoridade estava analisando e lendo o que os nossos grandes Doutores da filosofia, da arte, da intelectualidade de nossa Nação achava sobre a seguinte máxima de Machiavelli, local da obra onde estava marcado:

“Note-se, dizia Maquiavel, que os homens devem ser suprimidos ou lisonjeados, pois se vingam das ofensas leves, mas não podem fazê-lo das graves. Por conseguinte, a ofensa que se faz ao homem deve ser tal, que o impossibilite de tirar desagravo”. O Príncipe, Niccolò Maquiavelli.

Pensei logo: “olha o perigo”. Pensei também: “alguns antigos na política luzilandense devem achar tudo isso uma tolice, idiotice, tempo perdido, enquanto eles pensam assim, o Príncipe vai vivendo e os tolos roendo”.


Alguns, desatentos, não sabem o que fazem. Na política partidária não há amigos, há correligionários; na política partidária se faz tudo por todo o “corpo”, esquecendo-se do umbigo.

Diante da crise política e de confiança nas pessoas que capitaneiam – ou “príncipes” ? - de um partido político que se acha com uma grande rachadura interna e uma grande rachadura na credibilidade diante da população luzilandense, aconselho, antes de olharem para a grande obra de Maquiavel, lerem primeiramente a respeitada obra do Cearense Paulo Bonavides, CIÊNCIA POLÍTICA, Editora Malheiros, 2006.

Para quem for ler, mostro o contexto histórico ao tempo que foi escrito “O Príncipe, Niccolò Maquiavelli”.


“Já ao início do século XVI a Itália se apresenta dividida em pequenos principados. Seus governadores são déspotas sem tradição dinástica ou de direitos contestáveis. A crise na estrutura do poder era conseqüência da instabilidade política que tinha sua origem na ilegitimidade do poder. Só se mantinha o poder pelas armas e a força militar italiana era constituída por mercenários. Isto tornava instável a conquista e a manutenção do poder. Havia um grande vazio: ausência de um poder central. Este vazio era ocupado por militares aventureiros (condottieri) – governantes astutos e bem armados. Conquistavam alguns principados para si e estabeleciam alianças com reis, cardeais e papas.


A Europa ocidental era monárquica e os principados italianos, presas fáceis. O cenário era de total desorganização política, militar e institucional devido ao anacronismo das cidades - estado e pela ausência de um poder central forte. A igreja, ainda que influente não conseguia dominar os Estados e também não encorajava a unificação dos principados, ducados, reinos e repúblicas sob o poder de um príncipe secular.


O restante da Europa cresce com o comércio. Alguns empresários italianos transferem o centro de decisão de seus negócios para a Inglaterra e França. A Itália estava dividida, como dissemos, em ducados, principados e repúblicas, todas rivais entre si. Neste contexto, a astúcia e traição eram freqüentes inclusive dentro do clero. Este é o cenário da realidade social à época em que foi escrito ‘O Príncipe’”.

Friday, March 30, 2007

• Disputa de Minerva e Netuno

Aos adoradores da cultura mundial que tentam de todas as formas tornar a grande cidade de Santa Luzia e de todos nós (o povo) uma cidade de luz, paz e vergonha, venho mostrar um pouco da deusa mitológica Minerva. É que nossa cidade ultimamente tem sofrido algumas tentativas de invasões de répteis covardes, formadores do EIXO DO MAL, tentando mais uma vez tornar Luzilândia(a nossa terra) em uma terra de sombras, terror e trevas. Lembrando que só existe luz por causa da escuridão. Boa leitura e reflexão.

“Atenas tira o seu nome de Atena (nome grego de Minerva) mas a honra de dar o nome à cidade que Cécrops acabava de fundar deu origem a uma famosa disputa entre Netuno e a deusa. Constituía ela o tema de um dos dois frontões do Partenão, esculpidos por Fídias e cujos fragmentos mutilados fazem hoje parte do Britsh Museum em Londres.

Era preciso pôr a nova cidade sob a proteção de uma divindade. Decidiu-se que se tomaria por protetor da cidade o deus que produzisse a coisa mais útil. Netuno, batendo a terra com o tridente, criou o cavalo e fez jorrar uma fonte de água do mar, querendo com isso dizer que o seu povo seria navegador e guerreiro. Mas Minerva domou o cavalo para o transformar em animal doméstico, e, batendo a terra com a ponta da lança, fez surgir uma oliveira carregada de frutos, pretendendo com aquilo mostrar que o seu povo seria grande pela agricultura e pela indústria.
Cécrops, embaraçado, consultou o povo, para saber a que deus preferia entregar-se. Contudo, não se tendo naqueles tempos tão remotos imaginado que as mulheres não pudessem tão bem quanto os homens exercer direitos políticos, todos votaram. Ora, sucedeu votarem todos os homens por Netuno e todas as mulheres por Minerva; mas como entre os colonos que acompanhavam Cécrops, houvesse uma mulher mais, Minerva raptou-a. Netuno protestou contra essa maneira de julgar a divergência, e apelou para o tribunal dos doze grande deuses. Estes chamaram Cécrops como testemunha, e tendo sido a votação considerada regular, passou a cidade a ser consagrada a Minerva. Os atenienses, no entanto, temendo a cólera de Netuno que já ameaçara engoli-los, ergueram na Acrópole um altar ao Olvido, monumento de reconciliação de Netuno e Minerva; em seguida, Netuno participou das honras da deusa. Eis como os atenienses se tornaram um povo navegador e ao mesmo tempo agrícola e manufatureiro.

Minerva era para os atenienses a deusa por excelência e a Acrópole a montanha santa. A Acrópole figura numa moeda de Atenas, assaz grosseira, aliás. Não se vêem nela representações de edifícios, mas somente dominar a grande Minerva de bronze, que os navegantes saudavam de longe, como protetora da cidade. A confiança inspirada por Minerva só desapareceu com a influência cristã, e um dos derradeiros historiadores pagãos, Zózimo, narra de que maneira se apresentou a deusa pela última vez. "Alarico, diz ele, impaciente por se apoderar de Atenas, não quis entreter-se com outro assédio. Apressou-se, pois, em ir a Atenas na esperança de tomá-la, quer por ser dificílimo defender a grande extensão das suas muralhas, quer por estar ele já de posse do Pireu e por haver pouquíssimas provisões na cidade. Eis a esperança nutrida por Alarico. Mas a cidade tão antiga seria conservada pela providência dos deuses no meio de tão terrível perigo. A maneira pela qual ela foi protegida é demasiadamente milagrosa e demasiadamente capaz de inspirar sentimentos de piedade, para que a silenciemos. Quando Alarico se aproximou das muralhas à testa do seu exército, viu Minerva, tal qual surge nas imagens, dar a volta à cidade, e Aquiles tal qual o descreve Homero apareceu no alto das muralhas. Alarico, estarrecido com o espetáculo, tratou de fazer a paz e abandonou a luta." (Zózimo)”. http://www.mundodosfilosofos.com.br/.

Notamos então, que é infrutífera a tentativa do EIXO DO MAL tentar submergir da lama negra em que estão, quando mais se movem, mais afundam-se.

Monday, March 05, 2007

• A SALAMANDRA

Aos nobres leitores do maior portal da verdade crítica e da cultura mundial que é o Luzilândia.com – feito por pessoas que existem de verdade e que mostram a face – da nossa terra maravilhosa que é Luzilândia-PI, terra de grandes homens de fibra e de verdade.Mostro a grande vez da Salamandra, classificada entre os “Monstros Modernos”, diferencia-se de outros monstros, pois sua pele serve de proteção contra o que é ruim, o que é perverso, contra a mentira.
O Povo de Luzilândia(PI) – senhores de todos os poderes, subtraindo deles o Poder Divino - deveria nos próximos tempos, usar cada vez mais a pele da Salamandra, pois muitos Monstros do Eixo-do-Mal, com o apóio de outros mais Monstros ainda, tentam enganar a população de nossa terrinha evocando os famosos “Contos de Fadas”.

Analisemos a leitura que segue: “A Salamandra”

‘’ Na "Vida de Bevenuto Cellini", artista italiano do século XVI, escrita por ele mesmo, há o seguinte trecho: "Quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, meu pai, estando num pequeno quarto, onde estava fogo e madeira de carvalho, olhou as chamas e viu um animalzinho semelhante a um lagarto, que podia viver na parte mais quente do elemento. Percebendo imediatamente do que se tratava, chamou-me e a minha irmã, e, depois de nos ter mostrado a criatura, deu-me um tabefe no ouvido. Caí, chorando, enquanto ele, consolando-me com carícias, disse estas palavras: "Meu querido filho, não te dei este tabefe por alguma coisa errada que tiveste feito, mas para que te lembres que a criaturinha que viste no fogo é uma salamandra, tal qual nenhuma outra foi vista por mim até hoje". Assim dizendo, beijou-me e deu-me algum dinheiro." Parece-nos desarrazoado duvidar de um caso que o Signor Cellini foi uma testemunha tanto de vista como de ouvido. Ajunte-se a esta autoridade de inúmeros e sábios filósofos, à frente dos quais estão Aristóteles e Plínio, afirmando aquele poder de salamandra. De acordo com eles, a salamandra não somente resistia ao fogo, mas o apagava e, quando via a chama, avançava contra ela, como um inimigo que sabia vencer. Não nos devemos maravilhar com o fato de que a pele de um animal possa resistir à ação do fogo. Assim, chegamos à conclusão de que a pele da salamandra (pois existe realmente tal animal, é uma espécie de lagarto) era incombustível e de grande utilidade para servir de invólucro a artigos muito valiosos para serem protegidos por material; comum. Foram realmente produzidos panos à prova de fogo, que se diziam feitos da pele de salamandra, embora os conhecedores verificassem que a substância de que eram feitos era o amianto, um mineral cujos filamentos muito finos podem ser aproveitados para a fabricação de tecidos. O fundamento das lendas acima relatadas parece provir do fato da salamandra realmente secretar pelos poros do corpo um líquido leitoso, que, quando ela se irrita, é produzido em grande quantidade e que pode, sem dúvida, durante alguns momentos, protegê-la contra o fogo. Além disso, a salamandra é um animal hibernante, que, durante o inverno, se refugia em algum tronco oco de árvore ou em outra cavidade, e ali permanece em estado de torpor, até que a primavera o desperte de novo. É possível, portanto, que seja levada ao fogo junto com a lenha e só desperte a tempo de recorrer a suas faculdades defensivas. Seu suco viscoso lhe seria, então, de todo valor e todos quantos a têm visto admitem que ela trata de sair do fogo o mais depressa possível, com exceção de um caso, em que as patas e outras partes do corpo do animal ficaram seriamente queimadas’’ . Texto: www.mundodosfilosofos.com.br

Ao analisar bem tal leitura indicada, podemos observar que existem mesmo em nossa Luzilândia, Monstros de todas as espécies, procure logo sua capa e proteja-se dos Monstros do Eixo-do-Mal.

Wednesday, January 31, 2007

“EIXO DO MAL” CRITICA A FÉ DO POVO LUZILANDENSE, DOS ROMEIROS E DOS FILHOS DE SANTA LUZIA

"Para o materialista descrente, o homem é simplesmente um acidente evolucionário. As suas esperanças de sobrevivência estão ligadas a uma ficção que é da sua imaginação mortal; os seus medos, amores, aspirações e crenças não são senão a reação de uma justaposição incidental de certos átomos de matéria sem vida. Nenhum aparato de energia, nenhuma expressão de confiança pode transportá-lo depois do túmulo. As obras devocionais e o gênio inspirado dos melhores dos homens estão condenados a ficar extintos pela morte, pela noite longa e solitária do esquecimento eterno e da extinção da alma. O desespero sem nome é a única recompensa por viver e labutar sob o sol temporal da existência mortal. A cada dia a vida, vagarosa, mas certamente, aperta mais a sua garra de condenação sem piedade, a qual um universo material hostil e implacável decretou fosse o insulto que coroa a tudo aquilo que é belo, nobre, elevado e bom nos desejos humanos.Contudo, não é esse o fim, nem o destino eterno do homem; essa visão não é senão o grito de desespero proferido por alguma alma errante que ficou perdida nas trevas espirituais, e que bravamente continua lutando dentro dos sofismas mecanicistas de uma filosofia materialista, cega pela desordem e pelas deformações de uma erudição tornada complexa. E toda essa condenação às trevas e todo esse destino de desespero ficam, para sempre, dissipados por um esforço valente de fé da parte do mais humilde e iletrado entre os filhos de Deus sobre a Terra.Essa fé salvadora tem o seu nascimento no coração humano, quando a consciência moral do homem compreende que os valores humanos podem ser transladados do material para o espiritual, na experiência mortal, do humano até o divino, do tempo até a eternidade.” (O Livro de Urantia, pág. 1118, documento 102, Os fundamentos da fá religiosa).

Novamente aqui estou traçando, neste universo de informações, levado ao mundo pelo mais visitado portal de cultura e informações da família cidadã luzilandense, que forma a nossa grande rede de notícias o portal Luzilandia.com, as reflexões que devemos em nossa vida.Desta vez, chamo a atenção de variantes que nossa terra toma ao tentar se livrar do tão famigerado “EIXO DO MAL”, que nunca na história de nossa Luzilândia, provocou a fé religiosa de nossa gente, muito ao contrário, preocuparam-se foi de espalhar o terror e o medo nas famílias luzilandenses.Hoje, a população carente de nossa grande Luzilândia exercita sua fé religiosa de maneira honrosa e fazendo promessas para que os representantes do “EIXO DO MAL” jamais possam retornar ao poder, pois teremos trevas, prantos e ranger de dentes dessa população que venera Deus, Jesus Cristo e suas divindades. Invejados por tão grande mobilização de fé religiosa, o “EIXO DO MAL” amaldiçoa a aventura de uma população que acredita em Deus e em seus Santos e pragueja dizendo que tal atitude é algo ruim.Posso afirmar que quem pensa ao contrário de Deus, venera o diabo e seus filhos. Nossa terra gente, já esqueceu o diabo e seus filhos, estamos agora em outros tempos, tempos da paz, da fraternidade, do amor, é tempo de união ao bem. Tenho somente a lamentar e dizer que Deus existe e que é nosso grande PAI. Para aqueles que propagam e falam do nosso povo religioso, nosso povo que acredita em Deus, nosso povo que acredita em Santa Luzia, que acredita em São Francisco, que pagam promessas temos que dizer que: “Muitos são os chamados, mas poucos são os escolhidos, e, que toda árvore que dá frutos ruins é cortada”(Jesus Cristo)”.

Friday, January 19, 2007

• Titãs


Figura de Titãs

A cada artigo que escrevo no único íntegro e transparente portal de comunicação mundial de nossa terra o luzilandia.com, sempre me abordam com a seguinte dita: “adoro as comparações feitas da mitologia com o que acontece em nossa cidade”, alegrando-me cada vez mais e vendo que a população não é mais tão apática aos acontecimentos históricos, político e econômico de nossa Luzilândia, levadas ao mundo através do portal mundial que tanto enobrece nosso povo e mostra nossa cultura à todos.

Não posso afastar-me da mitologia – seja qual for – para explicar os fatos de nossa cidade e de nosso povo, pois, todos os filósofos usam de artifícios para a explicação da vivência humana e de sua sobrevivência.

Vejamos o que diz a mitologia dos deuses Gregos à respeito dos Titãs.


“A dramática lenda dos titãs constitui um expressivo exemplo da integração dos cultos pré-helênicos ao corpo da mitologia grega. Segundo Hesíodo, os titãs eram os 12 filhos dos primitivos senhores do universo, Gaia (a Terra) e Urano (o Céu). Seis eram do sexo masculino - Oceano, Ceo (pai de Leto), Crio, Hipérion, Jápeto (pai de Prometeu) e Cronos - e seis do feminino - Téia, Réia (mãe dos deuses), Têmis (a justiça), Mnemósine (a memória), Febe (a Lua) e Tétis (deusa do mar). Tinham por irmãos os três hecatonquiros, monstros de cem mãos que presidiam os terremotos, e os três Ciclopes, que forjavam os relâmpagos. Urano iniciou um conflito com os titãs ao encarcerar os hecatonquiros e os ciclopes no Tártaro. Gaia e os filhos revoltaram-se, e Cronos cortou com uma foice os órgãos genitais do pai, atirando-os ao mar. O sangue de Urano, ao cair na terra, gerou os gigantes; da espuma que se formou no mar, nasceu Afrodite. Com a destituição de Urano, os titãs libertaram os outros irmãos e aclamaram rei a Cronos, que desposou Réia e voltou a prender os hecatonquiros e os ciclopes no Tártaro. Salvo Jápeto e de Crio, que tomaram consortes fora da própria linhagem, os titãs uniram-se entre si e deram origem a divindades menores. Cronos e Réia que produziram descendência mais numerosa: Héstia, Deméter, Hera, Hades, Posêidon e Zeus, a primeira geração de deuses olímpicos. Avisado de que os filhos o destituiriam, Cronos engoliu todos eles exceto Zeus, salvo por um ardil da mãe. Ao tornar-se adulto, Zeus fez Cronos beber uma poção que o forçou a vomitar os filhos, e uniu-se aos irmãos, os deuses olímpicos na luta contra os titãs nas planícies da Tessália, pela posse do Monte Olimpo. Esse conflito culminou com a derrota de Cronos e dos titãs, confinados por Zeus no Tártaro. Os titãs, do mesmo modo que seus irmãos, seriam divindades primitivas, talvez de remota origem oriental, ligadas a ritos agrários. Sua vinculação aos elementos primários da natureza parece confirmada por uma lenda órfica posterior, que atribui aos titãs a origem da parte terrestre, ou material, dos seres humanos. Derrotando os Titãs, Zeus estabeleceu seu domínio como o maior do deuses. Depois, os três filhos de Cronos dividiram a herança em três partes: Zeus ficou com o amplo céu e o ar superior, Posêidon com o mar e Hades com o mundo subterrâneo”. © 1999/2004 – Luiz de Faria

Atualmente em Luzilândia há deuses que desfrutam da parte divididas em três da seguinte forma: de um lado dois unidos assim: um representando a beleza do céu/ar e outro grupo o da imensidão do mar, mitologicamente falando Zeus e Posêidon. Após tal divisão nossa terra observou a existência de outra parte, a parte podre do antepassado político-anárquico de nossa Luzilândia: “o mundo subterrâneo”, herança destinada a Hades. Descrevo ao leitor o aspecto individual do deus Hades. Compare agora e sinta a verdade mitológica fluir dentro de sua visão crítica:


Figura de Hades.

“As escassas referências a Hades nas lendas gregas, em comparação com os outros grandes deuses, revelam o temor que essa divindade infundia ao povo. Hades era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Poseidon. Destronado Cronos, coube a Hades o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si. Reinava, em companhia de sua esposa Perséfone, sobre as forças infernais e sobre os mortos, no que freqüentemente se denominava "a morada de Hades" ou apenas Hades. Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, Hades não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias. Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante. Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos). Seu nome significa, em grego, "o invisível", e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade. O nome Plutão ("o rico" ou "o distribuidor de riqueza"), que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.” © 1999/2004 – Luiz de Faria

Observe então a antiga mitologia confirmando meus escritos e narrações à respeito de nossa terra querida que é Luzilândia, terra de Santa Luzia, de Gerson Carneiro, de José Teles, de Vicente Sabóia(avô), de Bernardo Dias, de Mundica Pimentel, e de tanto outros deuses que tentam do outro lado impedir que a lama saia do subterrâneo e volte a sujar nossa querida Luzilândia, a Luzilândia do Eixo do Bem e da Paz.